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  • TRAVAQUEDAS RETRÁTEIS COM CABO DE AÇO

 

MODELO R-10  
 

Modelo de funcionamento retrátil, com até 10 m de cabo de aço galvanizado, com 4,8 mm de diâmetro, ou inox para indústrias alimentícias/farmacêuticas. 

Possui mosquetão-destorcedor para durabilidade do cabo com indicador de queda (indica necessidade de revisão). 

Uso: Indicado para trabalho em áreas de carga e telhados.

IMPORTANTE: Este modelo de travaqueda é o mais usado na proteção contra queda sobre caminhões. Veja informações em "TRABALHO EM ÁREAS DE CARGA"  e " TRABALHO EM TELHADOS E COBERTURAS".


MODELO R-20  
 

Modelo de funcionamento retrátil, com até 20 m de cabo de aço galvanizado, com 4,8 mm de diâmetro, ou inox para indústrias alimentícias/farmacêuticas e com até 10 m de cabo de aço galvanizado com revestimento sintético para locais com atmosfera potencialmente explosiva. 

Possui mosquetão-destorcedor para durabilidade do cabo com indicador de queda (indica necessidade de revisão). 

Uso: Indicado para trabalho em áreas de carga e telhados.

IMPORTANTE: O modelo R-20 com cabo de aço com revestimento sintético é o mais usado, no Brasil, pelas distribuidoras de combustível. Veja informações em "TRABALHO EM ÁREAS DE CARGA"  e "TRABALHO EM TELHADOS E COBERTURAS".

 

USO DOS TRAVAQUEDAS MODELOS R-10 E R-20:

1- Só deve ser usado com os cinturões de segurança paraquedista modelos Gulin-102, 102E ou 102R.

2- O travaqueda retrátil deve ser fixado sempre acima da cabeça do usuário, a uma distância de, no mínimo, 70 cm, em um ponto com resistência igual ou superior a 1500 kgf (NBR 14628).

3- A carga máxima de trabalho dos travaquedas retráteis (peso do trabalhador) é de 100 kg (NBR 14628).

4- Antes de conectar o travaqueda ao cinturão, faça o teste inicial de bom funcionamento da mola retrátil e das travas: só use o aparelho após constatar:

a) Imediato travamento do cabo após ser puxado com força para fora.
b) Retorno integral do cabo retrátil após deixar de ser puxado.

5- O cabo retrátil deve ser conectado à argola dorsal (costas) do cinturão paraquedista e durante o uso é necessário que fique esticado pela ação da mola interna retrátil.

6- Após o uso, nunca deixar o cabo recolher com velocidade (tomar o mesmo cuidado que se exige para as trenas de medição).Para efetuar o recolhimento do cabo de aço faça a substituição do cinturão por uma fraca corda. A corda possibilitará fácil recuperação do cabo de aço no próximo uso e rompe-se facilmente se for puxada acidentalmente por empilhadeira ou caminhão, sem causar danos ao travaqueda e à instalação.

7- O deslocamento horizontal do trabalhador em relação ao centro do aparelho (L) não deve ser superior a um terço da distância entre o ponto de ligação do cinturão e o solo (H).

Havendo necessidade de maior deslocamento horizontal deve-se usar linhas horizontais e troles.

Veja amplos detalhes em "TRABALHO EM ÁREAS DE CARGA".

Ensaio prático

8- Uso externo: para proteção contra chuva, os travaquedas R-10 e R20 podem ser fornecidos com vedação da carcaça, porém, não impede a entrada de água ou produtos químicos corrosivos pela movimentação do próprio cabo de aço, podendo ocasionar oxidação da mola retrátil que, devido às suas características mecânicas, não pode ser de aço inox.

9- Cabo de aço inox: para atender especificações de indústrias farmacêuticas, alimentícias ou em atividades marítimas, os travaquedas R-10 e R-20 podem ser fornecidos com cabo e sapatilhas em aço inox.

10- Cabo de aço com revestimento sintético: para trabalho em locais com atmosfera potencialmente explosiva, o trava queda R-20 pode ser fornecido com cabo de aço galvanizado revestido em nylon.

11- Retificação do cabo de aço: durante o uso do cabo retrátil, podem ocorrer pequenas deformações que são facilmente eliminadas com sua retificação manual. Alertamos que pequenas deformações impedem a necessária retração total do cabo e se não forem eliminadas, tornam-se permanentes e obrigam a sua substituição. 

INSPEÇÃO DOS TRAVA-QUEDAS MODELOS R-10 E R-20:

1- Os travaquedas retráteis devem ser obrigatoriamente inspecionados antes de cada uso fazendo-se o teste de bom funcionamento (veja item 4 de Uso).

Importante: não efetuar teste de queda livre de peso, visto que, rompendo ou danificando o pino de segurança do destorcedor dos aparelhos R-10 e R-20, deverão ser enviados para revisão.

2- O cabo de aço retrátil deve ser inspecionado e substituídoquando ocorrer os seguintes problemas:
a) Formação de nó fechado, em decorrência de manuseio incorreto.
b) Número de arames rompidos: se, em trechos de 3 cm de comprimento, tiver 6 arames rompidos ou se, em uma única perna, tiver 3 arames rompidos.
c) Incidência de corrosão na galvanização.

3- O cinturão paraquedista deve ser inspecionado conforme capítulo "CINTURÕES, TALABARTES E VARA DE ANCORAGEM" e inutilizados após reter uma queda (NBR 15836).

4- Os travaquedas montados em troles devem ter fácil deslocamento ao longo de toda a linha e em nenhum caso deve haver possibilidade de choque mecânico da carcaça do aparelho em partes da estrutura do edifício.

MANUTENÇÃO DOS TRAVAQUEDAS MODELOS R-10 E R-20:

Os travaquedas retráteis R-10 e R-20 devem ser revisados pela Equipamentos Gulin nas seguintes condições:

a)Reprovação no teste inicial de bom funcionamento.
b) pino de segurança do destorcedor rompido ou danificado (indica que o aparelho já reteve uma queda e de acordo com a NBR 14628 necessita de revisão.
c) Cabo retrátil frouxo devido às suas deformações permanentes, fios partidos e/ou mola interna retrátil desregulada.
d) Inspeção anual, obrigatória, conforme NBR 14628, já vencida.

Nota:
Os aparelhos a serem enviados para revisão não devem ser abertos (risco de ferimento). Os troles não devem ser enviados junto com os travaquedas, visto que, são facilmente desconectados e, muitas vezes, possuem ajustes específicos para a linha onde estão instalados.

 

 

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